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mulher do taxi

Mulher do Táxi, Maria do Táxi ou Passageira Fantasma é uma visagem na figura de uma mulher, que sempre pede carona para taxistas nas ruas das capitais do norte do Brasil, sendo as versões mais conhecidas a do Pará,Paraiba e outros estados do Nordeste.

Conto[]

Em vida, durante seu aniversário, seu pai lhe dava como presente uma corrida de táxi pela cidade de Belém, por seus pontos turísticos. Tal costume, como testemunha a lenda popular, perdurou mesmo após a vida, pois toda a noite de seu aniversário ela costuma ainda, à meia-noite, pegar táxi e vagar pelas ruas de Belém.

Conta a lenda que tudo começou numa noite de seu aniversário, em que um taxista avistou uma moça bela, morena, vestida de branco, enfrente ao cemitério. Parou o carro e permitiu que a passageira embarcasse. Após rodar pelas ruas da cidade a moça pediu para que a deixasse em sua casa, na Avenida Gentil Bitencourt. Ao descer do carro, a moça gentilmente pediu ao motorista se este não podia vir em outro dia, em sua casa, em busca de seu pagamento. Ele concordou e, ao vê-la entrar na casa, partiu. No outro dia o motorista foi a casa; ao chegar lá, uma velha senhora lhe atendeu; ele lhe disse que estava ali para receber por uma corrida que uma moça tinha lhe pedido para buscar outro dia. A senhora lhe respondeu que a única mulher que morava na casa era ela, há anos. Disse ele que não podia ser, pois tinha visto a mulher entrar na casa. Após tentar várias vezes convencer a senhora, eis que o vento abre a porta de um cômodo que dava para uma sala, expondo um retrato na parede. O motorista imediatamente observou: veja, foi aquela moça. A senhora imediatamente lhe respondeu: mas esta é minha filha já morta alguns anos…

Segundo a própria lenda o nome da moça que hoje supostamente seria a mulher do táxi, ou moça do táxi, era Josephina Conte. Josephina nasceu em 19 de Abril de 1915 e faleceu em 1931, aos 16 anos de idade, vítima de Tuberculose. Outra fonte afirma que: “A morte de Josephina é um grande mistério, visto que sua radiografia indicava a existência de objetos pontiagudos parecidos com alfinetes em seus pulmões.”

Passageira Fantasma[]

Mais comum em cidades grandes, as experiências com esta entidade são protagonizadas, em sua grande maioria, por motoristas de táxi e no período noturno. Trata-se de uma bela moça que chama por um táxi e faz uma corrida, às vezes para sua casa, às vezes para um cemitério.

Quando deixada em casa, a jovem alega que irá buscar dentro de casa o dinheiro para o pagamento da corrida e não retorna. Cansado de esperar, o motorista vai até a porta chamar por ela. Quando deixada no cemitério, ela dá o endereço de sua casa e diz que lá o taxista receberá o pagamento. Em ambos os casos, quando alguém da família vem atender a porta e é feita a cobrança, recebe a notícia de que isso seria impossível, já que a jovem encontrava-se morta.

Normalmente, o drama do taxista só termina quando ele visita o túmulo da jovem e a reconhece na foto de sua lápide.

Fontes[]

https://www.lendas-urbanas.noradar.com/lenda-da-mulher-taxi/

https://orbeproducoes.com.br/lendas/lendas.php?c=17&p=1


https://www.lendas-urbanas.noradar.com/lenda-da-mulher-taxi/

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